Destaques: Fenômeno na internet, Menos É Mais revela o maior desafio da carreira até agora

Destaques: Fenômeno na internet, Menos É Mais revela o maior desafio da carreira até agora

Banda de pagode explodiu com o ‘Churrasquinho’, mas aposta as fichas, agora, nas faixas autorais

Com mais de 1,6 milhão de visualizações no YouTube, o Menos É Mais, fundado há quatro anos, em Brasília, é um dos fenômenos recentes do universo musical. A explosão do grupo com os vídeos do “Churrasquinho Ao Vivo”, inclusive, é objeto de estudo de quem se presta a analisar os fenômenos midiáticos. Os pagodeiros, porém, não entraram em campo para uma única partida. Prova disso é que o novo projeto da banda, “Plano Piloto”, já decolou e está na cara do gol para levantar mais um troféu.

“O disco ‘Plano Piloto’ é o maior desafio da nossa carreira, porque foi o primeiro álbum que a gente soltou só com música inédita, só com música nossa. E a gente tem recebido feedbacks positivos por meio da internet”, diz Gustavo Góes, que cuida do repique da banda. “Ao mesmo tempo, a gente sente a falta do público, de cantar as músicas para uma multidão, mas a gente tem certeza de que, quando essa pandemia passar, ‘Plano Piloto’ vai estar sendo cantado por muitas pessoas”, completa ele.

Ao contrário do “Churrasquinho Ao Vivo”, que ganhou intenso destaque durante o isolamento social e em que os músicos interpretam apenas clássicos do pagode, “Plano Piloto” não será gravado em formato de samba de roda. O motivo? Góes explica:

“O ‘Plano Piloto’ tem uma proposta diferente do ‘Churrasquinho’. Este é um projeto que é uma virada de chave na nossa carreira, é um marco realmente. E a gente quis trazer um pouco mais de sofisticação, formalidade e um pouco do que é o show do Menos É Mais”, justifica o artista, adiantando, para quem ainda não viu a banda ao vivo, como é a apresentação: “É um show com muita animação, interação e onde a gente sempre busca levar alegria”.

Por falar em show, em apresentação ao vivo, Góes, ao lado dos companheiros de banda, Duzão, Jorge Farias, Paulinho Félix e Ramon Alvarenga, não vê a hora de pisar em Minas Gerais com o chamado “pagodinho safado”, que encanta os fãs do gênero. “Com certeza, nós vamos fazer muitos shows em Minas. Já fizemos um em BH, mas a gente está muito ansioso para conhecer outras cidades e tocar nelas. E pode ter certeza: quando essa pandemia passar, o Menos É Mais vai estar em Minas”, promete o músico.

Música de trabalho
Na última semana, a canção “Pagando Mal com Mal”, presente no disco “Plano Piloto”, foi parar em todas as rádios do país — claro, apenas nas que se dedicam a tocar o melhor do pagode. A faixa já estava disponível nas plataformas digitais, como Deezer e Spotify, mas, agora, ganha o status de música de trabalho.

“Essa música é um pagode sofrido, clássico. E ela fala de um casal, que está em um momento conturbado do relacionamento, em que o homem está tentando reconquistar a mulher, depois de ter cometido um erro”, explica Gustavo Góes, que filosofa sobre o tema: “A canção tem mensagens bem legais, principalmente a do refrão, que fala que ‘é com perdão que se cura a dor’. E eu acho que essa essa frase se encaixa não só em relacionamentos entre casais, mas em relacionamento entre as pessoas. Afinal, o perdão ajuda a curar a dor do outro, mas também a curar a própria dor”, completa ele.

Fonte: Jornal Super / O tempo

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