Destaques: Operação desmantela quadrilha especializada em roubo a casas de luxo em MG e RJ

Destaques: Operação desmantela quadrilha especializada em roubo a casas de luxo em MG e RJ

Foram cumpridos sete mandados de prisão, sendo que dois alvos já se encontravam no Sistema Prisional. Organização criminosa teria provocado um prejuízo superior a R$ 5 milhões

Sete pessoas foram presas nesta quinta-feira (10) durante a operação “Esquema preferido” deflagrada pela Polícia Civil de Minas em parceria com a Polícia Civil do Rio de Janeiro,  o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) da região da Zona da Mata e do Rio de Janeiro, as Polícias Militares dos dois Estados e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os suspeitos foram presos nas cidades de Divino e Juiz de Fora, ambas na Zona da Mata mineira.

A ação investiga uma quadrilha especializada em assaltos milionários a residências de alto padrão nos estados mineiro e carioca. A investigação apurou que a organização criminosa teria causado um prejuízo de pelo menos R$ 5 milhões no últimos meses. Essa é a terceira fase da operação Marcos 4:22, realizada no dia 31 de março deste ano, pela Polícia Civil mineira. Na época, foram apreendidos mais de R$ 600 mil e pedras preciosas e duas pessoas foram presas.

Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos na operação desta quinta-feira. “Houve oito apreensões de veículos, como motocicletas de alta cilindrada, caminhonetes e carros sedans”, afirmou o delegado Gustavo Adélio Lara Ferreira.

Em março, a quadrilha teria roubado R$ 3,3 milhões em espécie e outros objetos na cidade de Paraíba do Sul, no Estado do Rio de Janeiro, sendo parte deles recuperada na operação.

“O modus operandi é o mesmo: abordam alguém com acesso ao interior do imóvel alvo da ação criminosa, que está do lado de fora do local, e, em seguida, forçam o refém a dar acesso ao interior da residência aos demais membros do grupo, sendo todas as vítimas mantidas sob domínio de armas de fogo”, disse o delegado Rômulo Segantini.

Ainda de acordo com o delegado, o grupo vinha agindo há um bom tempo com divisão de tarefas previamente divididas e há indícios de outros envolvidos, motivo pelo qual as investigações continuam. “Os suspeitos de maior hierarquia no grupo e destinatário das maiores partes na partilha dos frutos dos crimes estavam investindo os valores provenientes de tais crimes em imóveis de alto padrão, veículos de luxo, jet-ski etc.”, acrescenta Segantini.

Fonte: Jornal Super / O tempo

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