Futebol: América x Galo: melhores ataques se enfrentam e duelo vai requerer equilíbrio

Futebol: América x Galo: melhores ataques se enfrentam e duelo vai requerer equilíbrio

Capitão americano Juninho é um dos homens de mobilidade que auxiliam o ataque alviverde. Coelho marcou 10 gols nos últimos três jogos do Estadual

Além de terem sido os melhores times da fase classificatória, Atlético e América chegam à decisão do Mineiro ostentando os dois melhores ataques do torneio. O Atlético foi às redes em 27 oportunidades. Resolveu a parada contra o Tombense já no primeiro jogo da semifinal, aplicando uma goleada por 4 a 0. E o América de Lisca vem logo atrás com 22 tentos, sendo 10 nos últimos três jogos, cinco na Caldense e mais cinco em duas partidas contra o Cruzeiro, pelas semifinais. 

Parte deste desempenho avassalador do Coelho se dá também pela liberdade que o capitão Juninho possui atuando aberto pela direita. Porém, diante do Atlético, o jogador pode ter uma função mais defensiva, auxiliando na marcação. Juninho garante que o que tem sido trabalhado durante a semana é a busca pelo equilíbrio. Um time coeso é capaz dea atacar com qualidade se reagrupar de maneira que auxilie o sistema defensivo. O certo é que em uma decisão, todos os detalhes farão diferença. Não há para onde correr, como reforça Juninho. 

“A gente vem treinando situações, lógico que eu tenho funções táticas, mas eu acredito que estamos trabalhando no equilíbrio para não perder defensivamente e nem ofensivamente. Fizemos muito bem esta semana, mas no jogo sabemos que é diferente. É estar bem concentrado para poder fazer perfeitamente porque sabemos que muitas vezes o que vale disso tudo é você acreditar na estratégia do jogo e fazer o melhor possível dentro da partida. São dois jogos que não tem para onde correr. Os ataques vêm fortes, mas é acreditarmos no nosso lado e fazer bem feito. Estamos trabalhando este equilíbrio e vai funcionar muito bem nessa partida da final”, analisou o volante. 

No América desde 2016, Juninho chegou no ano do último título estadual do Coelho, mas não participou da conquista. Sua transferência para o então time comandado por Givanildo se deu depois do certame. Neste ano, no entanto, ele espera ter o prazer de levantar a taça, um título que reforçaria ainda mais sua importância neste momento de ascensão do Coelho, semifinalista de Copa do Brasil, vice-campeão da Série B e na elite do futebol brasileiro. 

 

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Fonte: Jornal Super / O tempo

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