Futebol: Cruzeiro e a curiosa jornada de sete jogos seguidos sem gols no primeiro tempo

Futebol: Cruzeiro e a curiosa jornada de sete jogos seguidos sem gols no primeiro tempo

Para Felipe Conceição, intensidade aplicada por rivais nos primeiros 45 minutos de jogo pode ser uma explicação para equipe de tempos distintos

O técnico Felipe Conceição leva o assunto com tranquilidade. Mas o certo é que a Raposa vem passando em branco, ou seja, não comparecendo na meta adversária nos 45 minutos iniciais de partida. Foi assim contra o Athletic, o sétimo jogo seguindo, incluindo partidas sob o comando de Luiz Felipe Scolari e Célio Lúcio sem gols no primeiro tempo dos confrontos. 

Alguma motivação especial para isso? Conceição vê apenas como um fato curioso ou então a característica dos adversários, que intensificam a marcação contra o Cruzeiro na etapa inicial.  

“Acho que a gente cria no primeiro tempo, mas o adversário joga um primeiro tempo mais fresco, com uma intensidade maior, com um poder de marcação maior também. Talvez seja isso. Para mim não importa. Se faz no primeiro ou no segundo tempo, temos 90 minutos para ganhar uma partida. Mesmo saindo no segundo tempo, eu fico satisfeito”, pontuou o treinador.

Para Conceição, a questão está mais em uma observação da imprensa. Ele cita, por exemplo, a questão dos gols de atacante, que era algo que vinha sendo comentado. Diante do Athletic, com um pênalti bem cobrado por Moreno, o Cruzeiro chegou à segunda partida seguida com um gol marcado por um atacante. 

A questão do gol na etapa inicial não é apenas pelo fato curioso, mas também pela pressão de se jogar com o marcador desfavorável, algo que vem acontecendo com o Cruzeiro desde o ano passado. Conceição, por sua vez, salientou que nos pequenos detalhes é possível ver o crescimento do time. 

“Já tivemos gol pelo segundo jogo seguido de atacante, era algo que sempre importava. A gente fica feliz que o time está crescendo, daqui a pouco o gol vai sair no primeiro (tempo) também, vai nos dar uma tranquilidade maior também na partida. Hoje não tomamos (gol), não tivemos que correr atrás do placar, como já estivemos em algumas situações e estamos em um processo de crescimento. Acho que em um espaço curto de tempo, a gente consegue perceber nos detalhes. Não em coisa grande, porque isso vai demorar um pouco, mas nas coisas pequenas, a gente já percebe um Cruzeiro mais forte do que quando começamos”, reforçou o treinador. 

O Cruzeiro volta a campo no próximo domingo (21), quando enfrenta o vice-líder América, com nove pontos, às 16h, no Independência. Com o triunfo frente ao Athletic, a Raposa agora é a quarta colocada, com sete pontos. 

 

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Fonte: Jornal Super / O tempo

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